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nº 398 - Mistérios do Futuro



Autor: John E. Stith
Título original: Deep Quarry
1ª Edição: 1989
Publicado na Colecção Argonauta em 1990
Capa: A. Pedro
Tradução: Eurico da Fonseca

Súmula - Foi apresentada no livro nº397 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

John E. Stith não é um dos mais conhecidos autores. Mas por certo que é dos mais originais, não apenas no campo da ficção-científica mas também no da literatura policial. As obras em que uma combinação dos dois géneros foi tentado não são muitas. Mas nenhuma até hoje se mostrou tão completa, tão perfeita, como Deep Quarry, a obra de Stith que na sua versão portuguesa recebeu o título de Mistérios do Futuro, e que será o próximo volume da Colecção Argonauta.
Imagine-se um mundo que não foi feito para o Homem, um mundo demasiado quente, demasiado abafado e demasiado corrupto, onde se junta a escória do universo - e onde há incríveis riquezas ocultas, nos restos de uma civilização perdida. É aí que reaparece o mistério do quarto fechado - roubos e assassínios simplesmente impossíveis porque nunca poderiam ter sido cometidos perante sistemas automáticos de vigilância hoje nem sequer sonhados.
Mas quem concebeu esses sistemas foram os homens... e quem pode dizer que os homens não são capazes de conceber uma maneira de vencer o que foi concebido por eles? O que se passa a partir de então é uma combinação de argúcia e engenho, de audácia e tecnologia. Incrível!

nº 420 - Desvio para o Vermelho 1



Autor: John E. Stith
Título original: Redshift Rendez-Vous
1ª Edição: 1990
Publicado na Colecção Argonauta em 1992
Capa: A. Pedro
Tradução: António Porto

Súmula - Foi apresentada no livro nº419 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

A bordo da Redshift, a luz desloca-se a 10 metros por segundo e o som a cerca de 6,7 metros por segundo. Tudo o mais resulta destes valores. Os passageiros novos na relatividade devem saber que estes efeitos foram todos verificados no espaço normal e são explicados pelas Teorias Especial e Geral da Relatividade, de Einstein, e pela mecânica Newtoniana: a única diferença significativa a bordo da Redshift é a de que eles acontecem a velocidades observáveis.
Eis o começo do Aviso aos Passageiros da nave hiperespacial Redshift, em que decorre a acção de Desvio para o Vermelho, uma excursão espantosa no universo relativistico, onde o comprimento se contrai e o tempo se dilata, e onde esses fenómenos são tão reais que até afectam os modos de estar à mesa; uma das histórias mais plenas de imaginação desde há muitos anos publicada no domínio da ficção-científica - e uma das poucas com fundamentos científicos cuidadosamente explicados em notas finais. Uma obra que enfileira ao lado das melhores de Clarke, Niven e Asimov - uma obra de que se irá falar muito e que a Colecção Argonauta se orgulha em publicar.

nº 421 - Desvio para o Vermelho 2



Autor: John E. Stith
Título original: Redshift Rendez-Vous
1ª Edição: 1990
Publicado na Colecção Argonauta em 1992
Capa: A. Pedro
Tradução: António Porto

Súmula - Foi apresentada no livro nº420 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta": 
Nota: a súmula deste segundo volume é uma réplica exacta da relativa à primeira obra. 
A bordo da Redshift, a luz desloca-se a 10 metros por segundo e o som a cerca de 6,7 metros por segundo. Tudo o mais resulta destes valores. Os passageiros novos na relatividade devem saber que estes efeitos foram todos verificados no espaço normal e são explicados pelas Teorias Especial e Geral da Relatividade, de Einstein, e pela mecânica Newtoniana: a única diferença significativa a bordo da Redshift é a de que eles acontecem a velocidades observáveis.
Eis o começo do Aviso aos Passageiros da nave hiperespacial Redshift, em que decorre a acção de Desvio para o Vermelho, uma excursão espantosa no universo relativistico, onde o comprimento se contrai e o tempo se dilata, e onde esses fenómenos são tão reais que até afectam os modos de estar à mesa; uma das histórias mais plenas de imaginação desde há muitos anos publicada no domínio da ficção-científica - e uma das poucas com fundamentos científicos cuidadosamente explicados em notas finais. Uma obra que enfileira ao lado das melhores de Clarke, Niven e Asimov - uma obra de que se irá falar muito e que a Colecção Argonauta se orgulha em publicar.