nº 5 - O Universo Vivo


Autor: Jimmy Guieu  
Título original: L'Univers Vivant  
1ª Edição: 1953  
Publicado na Colecção Argonauta em 1954  
Capa: Cândido Costa Pinto  
Tradução: Rui Bandeira

Súmula - foi apresentada no livro nº4 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

Pela primeira vez nesta Colecção, apresentamos um autor francês. A inteligência francesa não podia deixar de se interessar pela nova forma de literatura, a ficção científica. E na verdade, "O Universo Vivo" é um romance em que se são as mãs a fantasia, a imaginação e a mais ousada especulação científica.
Os astrónomos da Terra observam através dos seus telescópios electrónicos perigosas conflagrações, choques de astros e de nebulosas. Mas essa conflagrações titânicas aproximam-se da Terra. E uma pergunta assustadora se coloca perante os sábios reunidos em assembleia de emergência: vai a Terra acabar? Vai o sistema Solar pulverizar-se num desses terríveis choques de nebulosas?
Um só homem se oferece para salvar a Terra e todo o sistema Solar. Apoiado na mais audaciosa das hipóteses, ele parte acompanhado de um grupo de amigos numa esquadrilha de astronaves que vai realizar uma aventura inaudita: descobrir a causa das conflagrações e detê-las. A viagem do comandante Barcley e dos seus companheiros, para lá do universo, reveste-se de aspectos extraordinários. O leitor ficará assombrado com a ousadia da hipótese e seguirá apaixonadamente uma palpitante aventura, e observará uma guerra mortífera num longínquo sistema planetário em que se chocam armas e métodos que ultrapassam de longe tudo o que possamos imaginar.

2 comentários:

  1. ... O nosso Universo situado no joelho de uma bela rapariga!... Que é que querem mais?

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  2. Meus caros
    Este foi um dos livros da Argonauta de que eu mais gostei nos meus 16-17 anos. Claro que lido hoje... fica a audácia da ideia. É também o primeiro autor da FC francesa a sair na Argonauta, o primeiro de muitos. Como a canção francesa, também os autores de FC franceses se eclipsaram com o passar do tempo.
    Abraço
    Augusto Mouta

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