nº 262 - Os Herdeiros das Estrelas



Autor: Clifford D. Simak
Título original: A Heritage of Stars
1ª Edição: 1977
Publicado na Colecção Argonauta em 1979
Capa: A. Pedro
Tradução: Eurico da Fonseca 

Súmula - Foi apresentada no livro nº261 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

De Clifford D. Simak, só há uma coisa a dizer: cada uma das suas obras é um acontecimento. A última é A Heritage of Stars - Os Herdeiros das Estrelas.
Daqui a milhares de anos, quando até os indestrutíveis crãnios dos autómatos destruídos estiverem dispersos, como lixo, pelas florestas do continente a que hoje chamamos americano, e onde então mal será recordada a grandeza da velha civilização tecnológica, Tom Cushing lançar-se-á em busca do fabuloso Lugar de Ir às Estrelas, do qual o antigo "homem tecnológico" partia para viajar entre as civilizações alienígenas da galáxia. Aí estariam os estranhos artefactos que a humanidade trouxera de outros mundos e até, segundo se dizia, algumas criaturas desses mundos. A missão de Tom seria a de recuperar o conhecimento perdido - a herança perdida pela Humanidade.
Mas Cushing não se sentiu só na viagem. Outros companheiros surgiram pelo caminho. Uma velha meio louca ou excêntrica que talvez fosse uma bruxa ou tivesse poderes supernormais; um autómato amigo; um sobrevivente da velha civilização que vencera o seu condicionamento e perdera quase toda a sua memória; um homem de meia-idade que dizia poder comunicar com as plantas, e a sua filha, uma jovem que não falava, mas podia comunicar telepáticamente.
Junte-se a tudo isso - com a habitual habilidade de Simak, que lhe permite combinar, como nenhum outro autor, o verosímil com o inverosímil - muitas outras coisas, desde rochas e árvores inteligentes a serpentes fantasmas, a uma tribo de habitantes das pradarias e à própria cidade - o Lugar de Ir às Estrelas - sobre uma grande mesa vulcânica, no noroeste americano. E tenha-se a certeza de que o inverosímil esquece. Em Simak, tudo é lógico. Humanamente lógico. Até quando a lógica surge para além de tudo quanto parece humano.

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