nº 437 - Traidor aos Vivos



Autor: Philip José Farmer
Título original: Traitor to the Living
1ª Edição: 1973
Publicado na Colecção Argonauta em 1993
Capa: A. Pedro
Tradução: António Porto

Súmula - Foi apresentada no livro nº436 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

Ao contrário de muitos outros grandes autores de ficção-científica, Philip José Farmer não publicou a sua primeira obra quando era pouco mais do que um adolescente, mas sim quando já ultrapassara os trinta anos. O impacto de The Lovers (O Amor no Cosmos, nº318 da Colecção Argonauta) foi, porém, tão forte que ele rapidamente ganhou um lugar de eleição nas preferências dos leitores.
A sua obra viria, aliás, a confirmar todas as qualidades que lhe haviam sido logo reconhecidas, designadamente com a famosíssima série de O Mundo do Rio, também publicada nesta Colecção.
O romance que agora apresentamos - Traidor aos Vivos - é a versão portuguesa de Traitor to the Living, cuja história, como todas as outras de Philip José Farmer, tem um tema tão inédito quanto provocador. 
Tudo começa com Raymond Western a afirmar que inventou uma máquina que irá permitir a comunicação com os mortos. E, para a tornar mais importante, até a baptizou com o nome de Medium.
Nem toda a gente, porém, aceitou boamente esta afirmação, achando-a irrealista. Tal foi o caso de Gordon Carfax, para quem as comunicações da Medium são simuladas por alienígenas interessados em, a todo o custo, conseguirem dominar a Terra. 
Assim, Carfax lança um desafio público a Western: seria ele capaz de provar que, sem margem para dúvidas, as suas afirmações são verdadeiras?
E Western resolve não ceder um milímetro que seja, desafiando, por sua vez, Carfax a servir-se da máquina e a verificar por si próprio qual é, afinal, a verdade.
Consequentemente, colocam-se ao leitor algumas interrogações cuja resposta pode conduzir a caminhos deveras  preocupantes: 
- A Medium estabelecerá, de facto, contacto com os mortos?
- Ou a Medium não passa de um ardil de criaturas de outro mundo?
- Se assim for, que pretenderão elas?
- Mas se forem, de facto, os mortos, quem está do outro lado, que acontecerá?

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