nº 305- O Deus da Fúria



Autor: Philip K. Dick e Roger Zelazny
Título original: Deus Irae
1ª Edição: 1976
Publicado na Colecção Argonauta em 1982
Capa: A. Pedro
Tradução: Eurico da Fonseca 

Súmula - Foi apresentada no livro nº304 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

Depois do verdadeiro acontecimento literário que foi a publicação de O Mistério de Valis (nº300 da Colecção Argonauta, de Philip K. Dick, "o mais brilhante espírito na ficção-científica em qualquer planeta", na opinião insuspeita de Theodore Sturgeon, eis que surge outra obra não menos célebre: O Deus da Fúria (Deus Irae), escrita em colaboração com um autor não menos importante: Roger Zelazny.
Depois da III Guerra Mundial, a Comissão de Energia Atómica, que a engendrou, fez nascer uma nova e misteriosa religião, em que o chefe da Comissão é adorado sob o título de Deus Irae, o Deus da Ira - o Deus da Fúria.
Arrastados involuntariamente para uma perigosa peregrinação cujo objectivo é a descoberta de Deus Irae, Tibor McMasters, um pintor de murais, não não tem braços nem pernas, sabe por que foi escolhido, mas não consegue compreender o que ele - um herético vulnerável e inválido - poderá fazer para auxiliar a conspiração desesperada da nova Igreja Cristã. Pete Sands, um jovem cristão designado secretamente para proteger Tibor, sente a sua crença em perigo e pergunta a si próprio o que fará se Tibor encontrar de facto um Deus.
Até encontrarem a Verdade Final. Literalmente Final.

Introdução:

Depois do sucesso de O Mistério de Valis, eis que outra das mais importantes obras de Philip K. Dick é vertida para a nossa língua. O Deus da Fúria (Deus Irae) foi escrito em colaboração com outro gigante da ficção-científica, Roger Zelazny, vencedor de dois Prémios Hugo e um Nebula, e é uma impressionante combinação de algo muito profundo, muito subtil, muito espiritual - e muito pragmático. Os pontos de contacto com O Mistério de Valis são óbvios, podendo dizer-se que O Deus da Fúria é a chave daquela obra. 

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