nº 429 - A Chegada dos Terrenos



Autor: Leigh Brackett
Título original: The Coming of the Terrans
1ª Edição: 1967
Publicado na Colecção Argonauta em 1993
Capa: A. Pedro
Tradução: António Porto

Súmula - Foi apresentada no livro nº428 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":
A Chegada dos Terrenos é a versão portuguesa de The Coming of the Terrans, um dos mais célebres clássicos da ficção-científica pura, uma obra de Leigh Brackett, a autora de The Sword of Rhiannon, que se tornou numa das mais bem pagas argumentistas de Hollywood. 
A Chegada dos Terrenos tem por tema algo que hoje está na ordem do dia: - Que acontecerá quando os homens chegarem a Marte? O planeta que Leigh Brackett descreve é diferente do revelado pelas sondas espaciais. É um mundo moribundo, seco e hostil, velho de anos incontáveis e de mistérios infinitos, onde os Terrenos, ao chegarem, terão encontrado um mundo de mares mortos, civilizações perdidas e tribos secretas que ressentiam a intromissão na sua glória desaparecida. Viram as ruínas de uma brilhante cultura e riram-se das histórias de deuses invencíveis e de uma magia perdida, nas cidades proibidas de Jekkara, Barrakesh e Valkis. Mas não se riram por muito tempo...

Para alguns de nós, Marte tem sido sempre a última Thule, as Hespérides douradas, o permanente apelativo do mundo da vinculativa fascinação. Viajantes, electrónicos e humanos, iniciaram a tarefa de reduzir esses sonhos a factos frios, duros e ruinosos. Mas, como é sabido, nos assuntos dos Homens e dos Marcianos, os meros factos demoram um pobre segundo a transformarem-se em Verdade, que é poderosa e há-de prevalecer. Por conseguinte, apresento-vos estas lendas de Marte Antigo como sendo histórias verdadeiras, convidando todas as assustadas realidades a manterem uma distância respeitosa.
Posso confirmar cada uma dessas aventuras. Afinal, eu estive lá presente.
                                                                                                                            Leigh Brackett 
Nota: começam aqui nas contracapas a ver-se as imagens para a leitura óptica. Por mim, sinceramente não gosto de ver. Mas é indubitavelmente um sinal dos tempos.

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