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nº 310 - O Homem Sem Rosto


Autor: Jack Vance
Título original: The Anome
1ª Edição: 1971
Publicado na Colecção Argonauta em 1983
Capa: A. Pedro
Tradução: Eurico da Fonseca 

Súmula - Foi apresentada no livro nº309 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

O Homem Sem Rosto, é a versão portuguesa de The Anome, a obra prima de Jack Vance, um dos mais curiosos e profundos autores de ficção-científica norte-americanos, mestre na descrição de sociedades estranhas, com costumes, leis e valores muito diferentes dos que conhecemos. 
Durdane é um mundo em que os homens e as mulheres vivem marcados pelos torc colocados nos seu pescoço e ligados a destinos irrevogáveis pelas proclamações do Homem Sem Rosto. Um lugar onde todo o desafio é punido com a morte, um reino de mil e um mistérios e perigos incalculáveis em que um jovem, Gastel Etzwane, se atreve a desafiar o que é impossível de desafiar, numa luta extraordinária pelo domínio do seu destino inalterável...
Infringir a lei cantonal era desafiar o Homem Sem Rosto. Deixar o seu cantão era desafiar o Homem Sem Rosto. Recusar-se a usar o torc que indicava o direito de nascimento, era desafiar o Homem Sem Rosto.
Gastel Etzwane fizera esses três desafios.
E desafiar o Homem Sem Rosto significava a morte... 

nº 329 - Detective Galáctico



Autor: Jack Vance
Título original: Galactic Effectuator
1ª Edição: 1976
Publicado na Colecção Argonauta em 1984
Capa: A. Pedro
Tradução: Eurico da Fonseca 

Súmula - Foi apresentada no livro nº328 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

Jack Vance não é um desconhecido dos leitores da Colecção Argonauta: foi o autor de O Homem Sem Rosto (The Anome), publicado com o nº 310 - indubitavelmente uma das histórias mais curiosas da Colecção, não só pelo enredo mas também pela mestria com que Vance descreve um mundo diferente, mas humano, e deixa ao leitor mil e uma coisas a pensar, a imaginar...
Jack Vance nasceu em 1920, serviu durante a Segunda Guerra Mundial na marinha mercante dos EUA e teve mil e um empregos, desde operário da construção civil a músico de Jazz. Agora é um dos mais lidos e respeitados autores de FC, tendo publicado cerca de quarenta novelas  e setenta e cinco contos, não só na especialidade, mas também nos ramos da fantasia, e do mistério e do horror. É um dos poucos autores que obreve até hoje a Coroa Tripla - o Prémio Hugo por The Dragon Masters, em 1963; o Prémio Nebula, por The Last Castle (1996), e o Prémio Edgar, dos Mystery Writers of America, por The Man in the Cage (1960). 
Não é de admirar, portanto, que em Detective Galáctico (Galactic Effectuator) tenham sido reunidas duas novelas que não são só um exemplo de ficção-científica de primeira água, mas também de mistério. Nenhum outro autor, além de Vance, poderia imaginar a figura de Vu Hetzel, o detective galáctico - um homem que, na verdade, é mais que um detective: é um solucionador.

Introdução (é uma transcrição da súmula com excepção do terceiro parágrafo, ligeiramente diferente, que se reproduz abaixo):

Em Detective Galáctico (Galactic Effectuator), reuniram-se duas novelas distintas, ligadas pela figura de Miro Hetzel, um homem que, na verdade, é mais do que um detective, é um solucionador de problemas, de situações delicadas. Não é de surpreender que essas histórias sejam não só exemplos de ficção-cientifica de primeira água, mas também de mistério, de igual qualidade. Nenhum outro autor poderia conseguir uma combinação tão perfeita.

nº 363 - As Linguagens de Pao



Autor: Jack Vance
Título original: The Languages of Pao
1ª Edição: 1958
Publicado na Colecção Argonauta em 1987
Capa: A. Pedro
Tradução: Raul Sousa Machado

Súmula - Foi apresentada no livro nº362 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":

Não são muitas as obras de ficção-científica baseadas na influência da linguagem sobre o comportamento das pessoas. Uma é bem célebre - 1984, de George Orwell (não se diga que é um sacrilégio contar-se com 1984 como uma obra de FC, porque ela o é, em absoluto). Pense-se na Newspeak, a Novalíngua, idealizada para deformar conceitos e pensamentos. 
Outra obra que tem por tema a importância insuspeita da linguística - e muito citada pela sua invulgaridade - é As Linguagens de Pao, de Jack Vance. Imagine-se um povo dócil - tão dócil que é a mais fácil das vítimas, para os tiranos, para os piratas do espaço e para os comerciantes dos outros mundos.
Por fim, quando um bando de invasores da pior e mais impiedosa espécie se apodera do planeta, os último sobrevivente da Monarquia procura o apoio dos feiticeiros científicos do planeta Breakness.
A solução deles não tem precedentes na história da guerra. Depois de localizarem os motivos do servilismo do povo de Pao, iniciam um programa a longo prazo para mudar as suas características. Mas o feitiço volta-se contra os feiticeiros...